Tempestade
Econtro-me perida nesse bosque
ouvindo o som do rio que passa ao longe
Corro e me refugio por entre as árvores
Em minhas mãos uma taça d´gua
Não a deixarei cair
Minha mente quase ditorcida
Mas minha consciência sempre firme
Não intimida-me o céu escuro
As trovoadas não me amedrontam
Sigo por esse caminho
Cheio de pederas
e Flores com espinho
A gota de sangue em meu dedo
Transforma-se em um mar vermelho
Fundem-se as gotas da chuva
Aquela taça entre meus dedos gélidos
Por um instante
Assustou-me
Cade a água que encontrava-se no interior
Percebo em minhas vestes o cheiro doce do vinho.
Poeminha do Contra

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