sábado, 20 de fevereiro de 2010

Rainha da noite

No alto dessa montanha
Epero o descanso do rei
Para surgir a rainha
O principe esta inquieto
Suas ondas vão e vem
E o som delas nas rochas
Avisam a sua chegada




De repente vem o brilho
O olhar soberano
E o mundo se privilegia
Com sua magnitude

[lua]
Não chore por mim
Meus raios secarão suas lágrimas
Seja como eu e mostre sua luz
Para todos


Sentada observando
Ouvia aquela voz
E sentia o quanto a montanha se movia
Seus guardiões chegaram
E a protegeram com uma cortina negra
Era como se espadas reluzentes
Cortassem as nuvens escuras


O filho ainda mais agitado
E as ondas cada vez mais ferozes
anunciavam sua partida
E as rochas se partiram e dentro delas
Fragmentos da verdade

Mas ao longe sua luz
Tocava meu corpo
E a chuva caia em meu rosto
E lavava minhas tristezas
Que escorriam para o filho
Chegando ao pai
Onde lá elas queimavam

Poeminha do Contra

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